terça-feira, 10 de abril de 2012

SITE DE JOGOS!


  POR MATHEUS DE OLIVEIRA
(EQUIPE DO JORNAL)
Para você que curte jogos online, segue uma lista de sites.   Divirta-se!!!


clickjogos.uol.com.br











Cantinho da Criação!!!!

NÃO ESQUEÇAM DE ACESSAR A PÁGINA DO CANTINHO DA CRIAÇÃO ESTÁ MUITO LEGAL!!!!

O ABANDONO DE ANIMAIS


Quantas vezes já não pudemos observar cachorros e gatos abandonados pelas ruas. O abandono de animais além de ser uma crueldade acaba sendo também uma violação dos direitos dos animais, além de servir de fonte para possíveis problemas à saúde pública.
Animais de rua não recebem o cuidado merecido, ficam desnutridos, contraem doenças que podem ser transmitidas para o ser humano (como a raiva, por exemplo) ou até mesmo levar o animal à morte.
Além dos frequentes problemas de segurança, no caso animais que não estão acostumados a conviver com pessoas estranhas, ou que possuem uma natureza mais agressiva, como é o caso dos cães da raça Rottweiler, Pitbul, entre outras. Caso você não deseje mais ter um animal de estimação, doe-o para algum abrigo ao invés de abandoná-lo na rua.
EQUIPE DO JORNAL
(Thaynara Andreza dos Santos Lucio -  6º Ano B)

ANIMAIS CURIOSIDADES


GOLFINHO


Nome popular: Golfinho comum
Nome Científico: Delphinus delphis
Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas
Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. Ele é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo – perto ou longe dos continentes. No Brasil, pode ser visto ao longo de todo o litoral,do Nordeste ao Rio Grande do Sul
Hábitos alimentares: Come peixes e lulas
Tamanho: De 1,5 a 3,5 metros de comprimento
Peso: Pode pesar até 110 kg
Período de gestação: Dura de 10 a 11 meses.
Filhotes: Nascem com pouco menos de 1 metro e são amamentados por pelo menos 14 meses. A fêmea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos
Tempo médio de vida: De 20 a 35 anos
Contra a extinção: A pesca do golfinho é proibida desde 1988
Curiosidades:
Os golfinhos vivem em grupos, que podem chegar a milhares de animais entre os que vivem no oceano. Na costa, é possível ver até 500 golfinhos juntos.
Mergulham até 300 metros de profundidade e podem ficar até 8 minutos embaixo d’água. Mas estes animais dóceis passam a maior parte do tempo, mesmo, na superfície das águas, acompanhando os barcos.
Além desta espécie, há outras 36. É comum que o golfinho comum seja confundido com o golfinho-riscado (Stenella Coeruleoalba).
São ágeis, velozes e acrobatas. Saltam e nadam na proa de embarcações. As vocalizações incluem vários estalos e assobios. Sabe-se que o golfinho-comum pode mergulhar até 280 metros, ficando embaixo d’água por cerca de 8 minutos. Depois ele tem que subir pra respirar.
EQUIPE DO JORNAL
(Thaynara Andreza dos Santos Lucio 6º ANO B)

O DESPERDÍCIO DE COMIDA


O desperdício de comida é horrível! Eu fico
horrorizada de ver tantas pessoas no mundo passando fome, enquanto outras estão jogando comida fora. Nessa escola muitas pessoas desperdiçam comida. Algumas pessoas pegam comida só pra comer sobremesa e jogam toda a comida no lixo e, às vezes, até deixam o prato pela mesa ou jogam a comida fora com o prato e tudo. Eu acho que isso é uma falta de respeito com as cozinheiras e com a comida da escola, porque se o aluno não quer comer ele não deve pegar. Têm muitas pessoas com fome no mundo! Então, vamos tentar desperdiçar o mínimo de comida possível.
O planeta agradece, a humanidade agradece!!!!!

EQUIPE DO JORNAL
(Cintia Freitas Dias – 7º B)


MANGÁ


                                                 


O Mangá é um gênero da literatura japonesa e caracterizado por seus quadrinhos . Os mangás têm suas raízes no período Nara [século VIII  D.C],  com aparecimento dos primeiros rolos de pintura japonesa: os EMAKINOMOS. Eles associavam pinturas e texto que juntos contavam história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses EMAKINOMOS, o INGÁ KYÔ, é a cópia de uma obra chinesa e repara nitidamente o texto da pintura.
EQUIPE DO JORNAL
(Cintia Freitas Dias – 7º Ano B)

Curiosidades Intrigantes!!!!


1 – Por que bocejamos?
O bocejo é um movimento muscular que se produz tanto em animais como em pessoas. Diz-se que normalmente o bocejo corresponde ao sono. Estudos científicos recentes apontam que o bocejo está sim relacionado ao sono, no entanto, conforme apontam as pesquisas, o bocejo é uma forma do organismo driblar o sono. Ao bocejar a pessoa estimula a circulação sanguínea e diminui a temperatura corporal, o que colabora para aumentar o estado de atenção. O estudo citado anteriormente corrobora com as afirmações comuns de que o ato de bocejar está relacionado a momentos de baixo metabolismo do corpo. O bocejo é muito encontrado nas artes em geral, como no desenho animado A Bela Adormecida, de Walt Disney. Na literatura também se encontra uma grande quantidade de alusões ao dito fenômeno.
Ainda há o aspecto sobrenatural do bocejo. Determinadas crenças acreditam que o bocejo é a conexão das almas de cada pessoa. Quando uma pessoa boceja, o reflexo humano é de, em circunstâncias complexas, sem nenhuma percepção aparente, bocejar em resposta. A sobrenaturalidade pode ser observada quando em proximidades espaciais, mas sem nenhum contato direto, esse efeito ocorre. A seguir, algumas teorias sobre o bocejo:
Teoria física - nossos corpos induzem o bocejo para obter mais oxigênio e retirar um acúmulo de dióxido de carbono. Esta teoria ajuda a explicar o motivo de bocejarmos quando estamos em grupos. Grupos grandes de pessoas produzem mais dióxido de carbono, o que significa que nossos corpos criam o bocejo para conseguir mais oxigênio e se livrar do excesso de dióxido de carbono. No entanto, se nossos corpos nos fazem bocejar para obter o oxigênio de que precisamos, por que não bocejamos durante os exercícios? Robert Provine, um psicólogo da Universidade de Maryland, no Condado de Baltimore (em inglês), e um dos maiores especialistas em bocejo, testou esta teoria. Dar oxigênio a pessoas e diminuir a quantidade de dióxido de carbono no ambiente onde elas estavam não diminuiu a quantidade ou impediu que os bocejos acontecessem.
Teoria da evolução - há quem ache que o bocejo começou com nossos ancestrais, que costumavam bocejar para mostrar seus dentes e intimidar os outros. Um desdobramento dessa teoria é a idéia de que o ato de bocejar se desenvolveu nos primeiros homens como um sinal para que mudassem o que estavam fazendo.
Teoria do tédio - o dicionário diz que o bocejo é causado por tédio, fadiga ou sonolência. Embora tenhamos a tendência de bocejar quando estamos entediados ou cansados, esta teoria não explica o motivo pelo qual os atletas bocejam antes de uma competição. Não parece provável que eles fiquem entediados com o mundo inteiro os assistindo. Um recente estudo realizado por Ivan Norscia e Elisabetta Palagi, da Universidade de Pisa, demonstra que o contágio do bocejo é dirigido primariamente pela proximidade emocional entre indivíduos e não por outras variáveis, tais como a nacionalidade. Segundo o estudo um bocejo recíproco é mais provável de acontecer entre membros de uma família, amigos e conhecidos. O fenômeno é menos comum em estranhos. Também, estranhos mostram maior demora na resposta ao bocejo (período de latência), em comparação com amigos e parentes. (Wikipédia)



2 – Por que as baratas morrem de costas?

Você já viu uma barata morta na posição normal? Talvez não. Sempre que vemos um desses insetos mortos, ele está virado de costas, com as patas para cima. Uma das explicações para este fato é simples: as baratas andam por paredes e superfícies verticais e, quando entram em contato com o veneno, caem de costas e permanecem nesta posição até morrerem. Sim, mas, e se elas estiverem no chão? Aí entra a outra explicação: como os órgãos respiratórios dos insetos se encontram nas suas costas, quando a barata entra em contato como o veneno, o inseto se vira de costas justamente para poder respirar melhor e sobreviver ao efeito da substância venenosa.


3 – Por que cortar cebola nos faz chorar?

Cortar cebola não é nada agradável. Em alguns casos, a irritação dos olhos é tão intensa que fica impossível continuar. Isso acontece porque, quando cortamos a cebola, rompemos suas células, o que faz com que determinados sulforetos e enzimas se combinem, originando o ácido sulfénico. Este ácido é o responsável pelo nosso “choro”, porque ele evapora e entra em contato com nossos olhos, os quais reagem produzindo lágrimas, na tentativa de limpar a irritação.
EQUIPE DO JORNAL
(Jéssica de Souza Camilo – 7º Ano A)

CURIOSIDADES!


         
Sorvetes viciam tanto como qualquer droga
Drogas causam vício porque quem as usa, com o tempo, sente-se cada vez menos satisfeito quando as consome e por isso precisa suprir a insatisfação mais rapidamente e numa quantidade maior. Mas o Instituto de Pesquisa do Oregon (EUA) descobriu que esse fato também tem a ver com alimentos gordurosos e açucarados. O sorvete, por exemplo, pode ter um potencial de vício tão forte quanto qualquer droga ilegal.
No estudo, os pesquisadores interrogaram 151 adolescentes com idades entre 14 e 16 anos, todos classificados como tendo peso saudável e sem problemas alimentares. Numa entrevista, eles declararam tudo o que haviam comido nas semanas anteriores. No dia do teste, todos tiveram o cérebro ligado a equipamentos de ressonância magnética, enquanto era mostrada a cada um a foto de um milk shake. Conforme os pesquisadores já esperavam, todos sentiram desejo pela sobremesa ao ver a figura. Em seguida, cada um tomou um milk shake de chocolate, enquanto os cientistas estudavam o nível de satisfação. Comparando os resultados, os pesquisadores descobriram que os que haviam consumido mais sorvete, nas semanas anteriores ao teste, apreciaram menos o milk shake e sentiram necessidade de mais.
Este efeito é atribuído à dopamina, o hormônio que proporciona as sensações de prazer e satisfação. Quanto se consome sorvete em excesso, com o passar do tempo, o cérebro libera cada vez menos dopamina a cada porção, o que exige quantidades maiores. Exatamente o mesmo acontece com as drogas. O estudo serviu para demonstrar que podem existir semelhanças entre o tratamento para obesos e dependentes químicos, uma vez que os mecanismos de vício entre alimentos e drogas têm mais coisas em comum do que se imaginava.


EQUIPE DO JORNAL
(Jéssica de Souza Camilo – 7º Ano A)